Aqui é a Georgia (prosificada) eu quero seguir tumblr's novos de textos, para isso esteja me seguindo, reblogue esse post para que outras pessoas fiquem sabendo e me mande na ask um "♥".


Agora vamos parar com os sonhos, e vamos acordar para a realidade. Vamos começar a olhar o que realmente existe, ouu melhor, apenas eu vou começar a olhar. Afinal de contas, faz tempo que não mais de existir o plural. Não há o nós, nem tão pouco tudo o que sonhei. Não terá mais essas tais desculpas que imagino, nem tão pouco o para sempre ao seu lado. Não terá mais aquelas conversas que criei e como se não fosse muito, não haverá mais a tal esperança. Infelizmente, paro por aqui. Paro de sonhar, imaginar e até mesmo tentar. Mas escreve ai, não importa onde. Pode ser nessa folha amassada do seu caderno ou mo lembrete do celular. Anote ai: eu tentei. Me mudei, me melhorei. Não para mim, mas sim para você. Tentei de todas as formas acertar e arrumar um jeito de te fazer sorrir. Já tentei tudo um pouco, já troquei de palavras, coloquei-as com mais delicadeza. Já planejei e tentei de todas as formas realizar cada um dos planos. Mas eram coisas de mais para apenas eu tentar. Eu precisava de alguém para conseguir completar meus objetivos junto, ao meu lado. Eu apenas tenho que viver o que realmente é real, mesmo que doa, mesmo que me faça mau, eu tenho que enfrentar todas as barreiras possível e viver a minha vida, com ou sem alguém. Difícil é, mas impossível não; tem gente que diz que guardo rancor, que levo mágoas comigo, eu digo que não, mas, sei que sim, levo muita mágoa dentro do meu coração, dentro de mim. Não deveria, pois, o que é passado é passado. Estou falando de viver a realidade, mas sempre que deito em minha cama, começo a sonhar, sei lá, não deveria ser assim. Logo eu que gostaria de viver a minha vida, sem ter que pensar em nada que me pudesse fazer desistir. Mas então, o que acontece com a gente quando sonhamos é que quando estamos acordados, fazemos de tudo para tornar o sonho o mais rápido possível em realidade. Só que para torná-los em realidade, eu tenho que ser quem eu realmente sou, sem precisar de ninguém.
— Thawan e Julia  


Então chora menina, chora o que te aperta no peito e machuca, solte-se dessa prisão em que você mesma é a vítima e a culpada, liberte-se do que te prende e do que te aperta à alma. Doce mocinha cantava com todo amor do mundo e chuviscava alegria no jardim ao lado da casa, sorria feito margarida tomando sol, cantava feito rouxinol, uma donzela encantadora, dos lábios enfeitiçados de tom roseado, madeixas encaracoladas ao derredor do pescoço, doces caracóis que caíam sob os ombros, as pontas douradas moldavam os braços na mesma direção, sentada no balanço ventilava as pernas lisas livres de qualquer pano que a envolvia, estava no seu melhor estado, rutilava feito purpurina de carnaval, um brilho vindo do interior, guardado e reservado no fundo do coração que transgredia até o limite do céu, lançava brilhos por inteiro ao horizonte feito raio solar. Alma inquieta e tagarela, a moça não tinha limites, corria e fazia tuas capitulices como de costume, durante tuas conversas amargamente adocicadas soltava alguns doces gracejos que roubava uns sorrisos alheios, esta moça de tão sorridente causava espantos quando lhe contava do teu pretérito doloroso, profanava de forma morosa, repelia as palavras presas na garganta quase como uma música suave e encantadora. Ela esta aí, dizendo adeus mais uma vez a tudo que ama, beijando o presente que se tornou o passado. Moça, pode ir fundo, com o pé direito e o coração machucado, vá da tua maneira e não perca tua ternura, deixe teu riso mais bonito estampado no rosto, guarda o beijo de amor escondido no canto dos teu lábios, um beijo no lado direito quase imperceptível, não chores tanto, seja forte mais uma vez. Layara Sarti - Amor—em—versos


Dois dias para o meu casamento e eu ali, num país distante, com um cara desconhecido, nua em uma cama de motel. Será loucura ou aventura? Quarto número 425, o conheci na praia. Nem sei por qual motivo eu estava lá sozinha, sendo que tenho compromisso com alguém. Ele estava sobre mim, beijando-me e eu não sentia mais prazer. Pára- dizia dentro de mim, mas da boca nada saía. Tentava empurrá-lo para longe do meu corpo, mas cadê força que não vinha. Finalmente acabou. O cansaço venceu nós dois. Ele virou pro lado e dormiu. Devo acordá-lo e despedir-me? -pensava comigo mesma. Dele nada sabia, a não ser que já foi casado. Droga, transei com um cara que pode ter uma família? 48 horas pra cerimônia e eu ainda estava ali imóvel. 1, 2 , 3 horas da manhã e o sono não vinha. A consciência cada vez mais pesada. E a camisinha? Droga duas vezes! Nos esquecemos. Daí foi de mais para mim. Misturou preocupação e ansiedade e não pude me segurar. Levantei rápida da cama, a vista embaralhou-se e cai. Por um momento achei que tinha acordado o desconhecido, mas ele roncava alto de mais e certifiquei-me que estava apagado. Levantei do chão com cuidado, vesti minhas roupas, saí do quarto sem ao menos olhar para trás. A recepcionista cochilava por cima do balcão e não ouviu meus passos pelo saguão -eu suponho. Madrugada fria demais para uma noite quente como aquela. As estralas ainda estavam no céu e dava pra sentir de longe o cheiro de frituras. Ah Vegas, como você proporciona fantasias. Meu Opala SS estava no estacionamento e no estofamento haviam migalhas de doces e garrafas de bebida. A gasolina era pouca mas dava pra arriscar. No posto mais próximo parei e abasteci o tanque até completar, até que…droga ao cubo! Minha carteira deve ter ficado no quarto junto da minha bolsa. Sorte que ainda tinha algum dinheiro no porta luvas do meu carro. Segui viagem até amanhecer. Em muitas horas de estrada, e os quilômetros rodados não acabavam mais. Cheguei em casa, melhor dizer, na casa onde eu futuramente morarei depois de me casar -se é que isso fosse acontecer. O jardim servia de garagem para algumas viaturas policiais. Meu noivo já preocupado comigo sentava na sala dando mais um sinal para um dos comandantes até que me avistou. Correu na direção da porta. Mesmo com um sorriso estampado no rosto não pode esconder sua feição de estresse. Sua voz falhava e só conseguiu perguntar por onde estive. Mais emocionada do que esperava, respondi -voltei porque te amo.  Tatiany Graziele, efêmeras.



Cá estou eu, chorando em um canto, pedindo um pouco de carinho, alguém que possa fazer-me com que me sinta bem. Eu sou clichê mesmo, vou estar sempre a procura de um principe e acabar sendo iludida por um sapo, não irei ouvir minha mãe e acabei por ir pela floresta e dando de cara com um lobo mau. A vida é dificíl pequena, posso te afirmar isso com toda a certeza do mundo, a sorte não irá bater a sua porta, a felicidade não virá correndo até você. Eu vou continuar aqui, chorando por aquele garoto que todos dizem não ser o melhor pra mim e vou continuar ouvindo todos dizerem que estou sendo feita de idiota. Mas eu não vou ligar. Vou continuar acompanhando os passos da solidão, a unica que me faz compania por sinal, a unica que não me abandona. Vou continuar presa a tristeza, que me condena a seguir uma vida amarga, cheia de obstáculos e cacos de vidros espalhados pelo chão. Mas eu não vou desistir. Porque como já ouvi Caio Fernando dizer, sempre há a chance de você tropeçar em algo maravilhoso… Quem sabe isso não aconteça comigo? Pois a unica coisa que eu ainda não perdi foi a fé.
— Danielly Marques (invisive-l)

Já tenho alguns anos nas costas e não sei tocar violão. Não sei tirar fotos de paisagem sem tremer e não sei escrever com os culhões que tinha Machado de Assis. Não tenho talento algum pra alguma coisa que se destaque em meio a tantos olhares boquiabertos em busca de algo pra tirar proveito. Mal tenho criatividade; algo que me sobrava há cinco anos atrás. Sou uma velha presa num corpo que já não me pertence, não sei ao certo porque sentir-me assim se tenho o que preciso: um coração que bate, um pulmão que respira e artérias suficientemente fortes para deixar que meu sangue vá para as veias. Já tenho alguns anos nas costas e mal sei fazer um arroz; hoje me peguei esquecendo quanto de água colocava na panela pra fazer um simplório miojo. Não sei amar, não vou aprender; é pessimismo, pode ser, mas a gente tem que se dar conta de que ninguém é bom em tudo, e que alguns não são bons em nada. Tenho uma vontade de dizer adeus aqueles que me prendem, de ser magoada, tirada da minha redoma de vidro que adoro um belo drama alemão. E se hoje me sinto nula e vazia é porque de político em político fui tomada do poder. Não sei mais falar, não sei mais escrever. Já tenho alguns anos nas costas e tudo que me valeu a pena só me sobraram os cheiros. Não me deixa fazer isso com você. Porque a preguiça é muita, e me falta aquela coisa… Como é que se chama mesmo?
Tamires Carvalho   

Cheiro de batata queimada, bebidas em falta e carro quebrado. A noite que deveria ser sem erros de cálculo não poderia ficar pior. Mas aconteceu. A única roupa mais ou menos adequada estava terrivelmente amassada. E o tempo só passava. Ah quer saber? Seja como for. Vesti um pijama, joguei alguns hambúrgueres no microondas, prendi o cabelo em um coce e coloquei as latas de energético em cima da mesa. Só falta eu estar com cara amassada -pensei. A campainha tocou e eu estava ofegante de tanto correr pelas escadas pra ajeitar a sala.

-Desculpa, cheguei tarde?

-Não, por que a pergunta?

-Você tá com cara de sono e moletom de pijama.

Eu sabia, sabia que estava horrível. Devia ter passado meu vestido e feito uma maquiagem. Mas não, fui tonta e achei que ele nem notaria a falta de beleza.

-Você está linda.

Ele disse isso mesmo? Certeza que não é cego -quis perguntar. Ele tinha trago duas opções de filmes, um de comédia romântica e outro de terror, suponho. Escolhemos terror. O microondas apitou. Corri pra pegar a fast food e coloquei-a em cima da mesa na sala de TV onde estávamos. Ele reparou o cheiro de comida queimada, eu só me desculpei por ter estragado nosso jantar. Ele riu. Filme tenso aquele era. A cada surpresa, um susto. A cada grito, uma risada contagiante. E foi assim durante os 45 primeiros minutos do filme. Até que ele derramou energético em mim. Sem problemas, pensei. Estou linda molhada. Pedi que esperasse enquanto eu tomasse um banho rápido pra tirar aquela roupa molhada. Mas não conseguia parar de rir enquanto ele me zoava. Subi pro banho e demorei mais do que esperava. Desci novamente, e a sala estava quieta, tirando o barulho de serra elétrica do filme. Ele dormiu. Pelo visto, meu banho foi eterno. Sentei-me ao seu lado, encostei a cabeça em seu ombro, abaixei o volume da televisão e dormi ali mesmo, no sofá da sala. Considerando a noite, aquele momento havia superado todos os azares. Tatiany Graziele, efêmeras


Outro dia eu me olhei no espelho e fui incapaz de reconhecer o que estava refletido. Era uma garota acuada, com a tristeza cravada no olhar, olheiras inchadas denotando as noites em claro com lágrimas a derramar. Eu já não me lembro mais do sorriso que eu costumava ter no rosto o tempo inteiro. Eu nem ao menos sei como isso aconteceu.  A única coisa que ainda enxergo é o poço que eu tenho me afundado, cada vez mais e mais. O porquê? O porquê é apenas algo rabiscado em minha mente, algo que não consigo enxergar com nitidez. Algo que me assusta, pois se a causa disso tudo for apenas a mim mesma? E se… E se a culpa desse vazio for precisamente das minhas escolhas mal feitas, dos meus planos que nunca se concretizam? É isso que me causa um arrepio tremendo, é isso que me traz as lágrimas durante a noite, é isso que me envolveu em um casulo de tristeza que não consigo mais sair. Sinto-me como uma lagarta que foi impedida de tornar-se uma borboleta, sinto-me como um triste ser que foi impedido de viver, de tornar-se aquilo que deveria ser. Já viu criança com medo do bicho papão? Então, eu me tornei essa criança e meu bicho papão é viver. Viver um amor que tem me matado pouco a pouco. Mi and Tati


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I'll find someone like you...
I wish nothing but the best for you too
How it hurts to know that you're not on my side, it hurts not being able to say I love you. Sitting, waiting for you, like a fairy tale .. maybe all these days of talks were all illusions, I miss his jokes. Those that made me smile, remember? without any problem. I miss when we talked about the distance, I must clearly going to hold you. I miss that in a second person came into my life.